Palestra apresentou o projeto educativo inspirado em expedição liderada pelo Museu Nacional no século XIX

A Primavera dos Museus é um evento promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) que realizou sua louvável 10ª edição em 2016. A ação tem como objetivo ser um período cultural marcado pela chegada da estação das flores. A cada ano é estabelecido um tema para cada edição, a de 2016 foi: “museus, memória e economia da cultura”.

A SAE (Seção de Assistência ao Ensino) organizou diversas atividades para a celebração do evento. Em destaque, temos a palestra marcada pela presença do professor e historiador, Levi Jucá, que contou a trajetória de seu projeto: “Jovem explorador e o Ecomuseu” que já se tornou publicação com o lançamento do livro “Pacoti, história e memória”, publicado pelo pesquisador.

Dentre as demais atividades oferecidas pelo MN, contamos com as tradicionais e célebres ações: atividades do Projeto Visitas Conversadas, sendo retomadas aos domingos e a oficina de pintura rupestre oferecida pelo Departamento de Antropologia do Museu Nacional.

  • 19/09: Palestra: Jovem Explorador e o Ecomuseu, Levi Jucá.

Para abrir a nossa 10ª Primavera dos Museus, no dia 19 de setembro, tivemos o prazer de receber o professor de história Levi Jucá que apresentou o projeto “Jovem explorador e o Ecomuseu”, em desenvolvimento na cidade de Pacoti no Ceará desde o ano de 2014.

O projeto tem como principais personagens os membros da comunidade pacotiense, sobretudo, os alunos e alunas da Escola Estadual de Ensino Médio Menezes Pimentel. Jucá nos apresentou as etapas em andamento do projeto, com destaque para a criação do Ecomuseu que está sendo construído de forma coletiva na cidade. Buscando (re) descobrir o município por meio do resgate da memória de antigos moradores e também pesquisa documental e, mostrando a importância da interdisciplinaridade nessa caminhada

“O professor com voz veludosa e gentil, nos emocionou ao se emocionar com o envolvimento dos moradores nos mais diversos graus. Como na atuação de um mateiro, e também pai de uma aluna jovem exploradora, no guiamento pela vasta flora da região, o que só ratifica a importância dos saberes tradicionais.”, conta a mediadora Nayla Oliveira após assistir a palestra.

Ainda pudemos contar com o depoimento de Thamires, uma jovem exploradora em seu primeiro ano, muito animada e engajada com as possibilidades oferecidas pelo projeto na relação com a comunidade.

“Jucá, assim como os/as jovens que tocam o projeto, nos inspiram e nos mostram que é possível a partir de uma ideia aparentemente simples fazer a diferença e que a conversa entre as diferentes áreas do conhecimento é uma grande aliada quando expandimos e exploramos as potencialidades de se educar para além das paredes de uma sala de aula. Todos/as da equipe da SAE agradecemos a tarde tão motivadora. Avante!” completa Nayla Oliveira.

Quer acompanhar essa experiência incrível também? Assista a palestra  na nossa página no facebook (SAE- Museu Nacional): http://bit.ly/2cMc6ai e saiba mais sobre o projeto em sua página: http://bit.ly/2dJ0ACh e grupo oficial: http://bit.ly/2dwRR4P.

  • 21/09: Oficina de Pintura Rupestre

No dia 21, foi realizada uma nova edição da oficina de Pintura Rupestre que tem grande apelo do público, principalmente o infantil. A oficina é itinerante, aceita convites de instituições e é realizada pelo projeto cultural “Onde tudo começou”.

Os participantes vivenciam a atividade de um arqueólogo que decalca a pintura das rochas para poder fazer análise em laboratório e assim, descobrir ou compreender civilizações e culturas antigas. Na atividade, os participantes reproduziram pinturas de populações antigas encontradas em solo brasileiro.

  • 25/09: Visitas Conversadas

No dia 25/9, o projeto foi retomado após pausa para os Jogos Olímpicos. A equipe de mediadores da SAE está presente para bater um papo com o público nas riquíssimas exposições do Museu Nacional. Novamente, estaremos disponíveis todos os domingos do mês. Em nosso retorno, contamos novamente com a presença de famílias, turistas e até mesmos grupos de escolas de todo o Brasil que saíram certamente diferentes de como chegaram ao espaço museu.

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